Pressão popular derruba decreto imposto pelo FMI no Equador

Equatorianos celebram nas ruas vitória contra o decreto imposto pelo FMI / Luis Robayo/AFP

Protestos contra aumento de até 120% nos combustíveis tomaram as ruas do país nas últimas semanas

Redação*

Brasil de Fato | São Paulo (SP)

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O presidente do Equador, Lenín Moreno, anunciou no domingo (13) a revogação do decreto 883, que aumentava o preço dos combustíveis em até 120% e provocou uma onda generalizada de protestos pelo país nas últimas semanas.

O recuo ocorreu após o início do diálogo com o movimento indígena, realizado por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Conferência Episcopal do Equador.

“Tivemos um acordo […] que significou sacrifícios de cada uma das partes”, disse Moreno.

Com o acordo, os grupos sociais decidiram suspender os protestos e agora deverão participar de comissões para debater, com o governo, medidas econômicas para o país.

Milhares de equatorianos saíram às ruas para celebrar a vitória contra o decreto – que era uma medida imposta pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

*Com informações da Telesur

Edição: João Paulo Soares




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