GLEISI SOBRE O MASSACRE EM PARAISÓPOLIS: BRASIL É ONDE A POLÍCIA MAIS MATA E MAIS MORRE

Um dos becos apontados por moradores, como sendo o local do massacre de Paraisópolis

Da Página da Deputada Gleisi Hoffmann

MASSACRE EM PARAISÓPOLIS: BRASIL É ONDE A POLÍCIA MAIS MATA E MAIS MORRE

Versão de porta-voz da PM de que policiais reagiram após serem atacados por ‘pedras e garrafas’ e de que ‘não havia operação contra o pancadão’ não bate com a que foi apresentada em um dos primeiros documentos oficiais sobre as mortes, um “breve relato” do Cepol (Centro de Comunicações e Operações da Polícia Civil) assinado pelo delegado Gilberto Geraldi. O documento não faz qualquer menção ao arremesso de “pedras e garrafas” contra os policiais nas motocicletas.

O documento do Cepol afirma, ainda, que as viaturas da PM “realizavam uma operação ‘pancadão’ ao entorno da comunidade de Paraisópolis, no sentido de proibir entrada de pessoas para o baile”. Na coletiva de imprensa, o porta-voz da PM negou que houvesse qualquer operação policial para conter o Baile da 17. “A atuação da Polícia Militar não foi em relação ao pancadão. Nós temos já como consenso que a atuação das polícias nesses casos tem que ser uma atuação preventiva, de buscar ocupar antes, e esse baile já estava instalado, com 5 mil pessoas”, disse. E acrescentou: “Os fatos só se deram em razão da agressão que policiais sofreram fora do pancadão.”

Vídeos obtidos pela reportagem do site Ponte mostram policiais militares no meio de uma das ruas da favela agredindo indiscriminadamente as pessoas que tentavam deixar o Baile da 17. Dos vídeos a que a reportagem teve acesso, nenhum registra ataques contra os policiais.

Saiba mais
http://bit.ly/33AsTYs

Assista o vídeo com o comentário da Deputada:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *