Reforma da previdência dos Militares não combate privilégios

Da Rede TVT

O Senado aprovou o Projeto de Lei que promove alterações na Previdência dos integrantes das Forças Armadas e também reestrutura suas carreiras. Ao contrário dos trabalhadores da iniciativa privada e servidores civis, os militares continuarão a não ter idade mínima para se aposentar.

Outra diferença é que também foi garantida a eles a integralidade e paridade dos benefícios. A alíquota de contribuição passará de 7,5% para 10,5% a partir de 2021 e o tempo de serviço subiu de 30 para 35 anos.

Segundo o economista Eduardo Fagnani, professor do Instituto de Economia da Universidade de Campinas, ainda que se considerem as especificidades na comparação com os demais trabalhadores, o governo adotou “dois pesos e duas medidas” e a reforma dos militares não combate privilégios.

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