{"id":294485,"date":"2024-10-12T17:28:03","date_gmt":"2024-10-12T17:28:03","guid":{"rendered":"https:\/\/avozdocerrado.com\/?p=294485"},"modified":"2024-10-12T17:28:03","modified_gmt":"2024-10-12T17:28:03","slug":"nao-conheco-uma-caminhada-de-fe-como-cirio-de-nazare-afirma-fafa-de-belem","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/avozdocerrado.com\/?p=294485","title":{"rendered":"&#8216;N\u00e3o conhe\u00e7o uma caminhada de f\u00e9 como C\u00edrio de Nazar\u00e9&#8217;, afirma Faf\u00e1 de Bel\u00e9m"},"content":{"rendered":"<p>Brasil de Fato<\/p>\n<p>Diretamente da capital paraense, essa edi\u00e7\u00e3o do\u00a0<em><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/playlist?list=PLytfbsQYLZpDNPAOVmEz366cVigYZ-I6a\">Bem Viver<\/a><\/em>,\u00a0programa do\u00a0<strong>Brasil de Fato<\/strong>, traz uma entrevista especial com Faf\u00e1 de Bel\u00e9m sobre o C\u00edrio de Nazar\u00e9, manifesta\u00e7\u00e3o de f\u00e9 e devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Nossa Senhora de Nazar\u00e9, que, apesar de essencialmente cat\u00f3lico, une o profano e o sagrado por meio de diversas manifesta\u00e7\u00f5es populares.<\/p>\n<p>&#8220;O C\u00edrio \u00e9 uma prociss\u00e3o cat\u00f3lica mariana, mas a f\u00e9 em Nossa Senhora de Nazar\u00e9 \u00e9 de todos n\u00f3s. Todos est\u00e3o na prociss\u00e3o; a nossa f\u00e9 \u00e9 inclusiva e feliz. Isso junta o povo que sai da Festa da Chiquita, com a turma que sai do Arraial da Pavulagem, com os babalorix\u00e1s, ateus, judeus, mu\u00e7ulmanos, quem tem religi\u00e3o e quem n\u00e3o tem. At\u00e9 a comunidade evang\u00e9lica abre as igrejas para dar \u00e1gua e atender aos romeiros. N\u00e3o conhe\u00e7o outra caminhada de f\u00e9 como o C\u00edrio de Nazar\u00e9&#8221;, conta a artista.<\/p>\n<p>Realizado h\u00e1 mais de 200 anos, o <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/02\/24\/se-o-povo-pobre-nao-planta-e-nao-colhe-ninguem-come-diz-padre-julio-em-inauguracao-do-sacolao-popular-do-mst\">C\u00edrio<\/a> chega a reunir cerca de duas milh\u00f5es de pessoas e foi reconhecido como Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial pelo Iphan e declarado Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2023\/11\/28\/oito-em-cada-10-brasileiros-se-preocupam-com-mudancas-climaticas\">Unesco<\/a>).<\/p>\n<p>As festividades acontecem anualmente, no m\u00eas de outubro, e a cada ano se renova, com atividades diversas como a Traslada\u00e7\u00e3o, a Romaria Rodovi\u00e1ria, a Romaria Fluvial, o C\u00edrio das Crian\u00e7as, o Auto do C\u00edrio e o Rec\u00edrio, dentre outras.<\/p>\n<p>Idealizada e promovida por Faf\u00e1 de Bel\u00e9m, a Varanda de Nazar\u00e9 \u00e9 uma das iniciativas que comp\u00f5em a grande festa e alcan\u00e7a, neste ano, a sua 14\u00aa edi\u00e7\u00e3o, na qual a cantora recebe seus convidados em uma esp\u00e9cie de camarote, montado na Esta\u00e7\u00e3o das Docas.<\/p>\n<\/p>\n<p>Confira a entrevista na integra:<\/p>\n<p><strong>Qual sua mem\u00f3ria mais antiga do C\u00edrio de Nazar\u00e9? Como era a rela\u00e7\u00e3o da sua fam\u00edlia com a prociss\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Quando eu sentia o cheiro do organdi sendo passado com a goma que faz o tacac\u00e1, eu sabia que o C\u00edrio estava chegando. E n\u00e3o me pergunte se era aos tr\u00eas, aos quatro ou aos cinco anos, porque a mam\u00e3e fazia uma roupa de organdi para cada dia. At\u00e9 os meus cinco ou seis anos, ent\u00e3o, minha lembran\u00e7a mais remota \u00e9 o cheiro do organdi sendo engomado.<\/p>\n<p><strong>A partir de que momento voc\u00ea percebeu a dimens\u00e3o da festa, que \u00e9 considerada a maior prociss\u00e3o cat\u00f3lica do Brasil e uma das maiores do mundo?<\/strong><\/p>\n<p>Quando eu sa\u00ed daqui, comecei a entender que as pessoas n\u00e3o sabiam que existia o C\u00edrio de Nazar\u00e9. H\u00e1 50 anos trago pessoas para assistir ao C\u00edrio. Comecei a trazer grupos de amigos, alugava andares inteiros, entrava na prociss\u00e3o e a acompanhava.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, h\u00e1 15 anos, tive a ideia de criar um lugar, como o camarote da Bahia. N\u00e3o sei exatamente como nem onde. A ideia n\u00e3o veio fechada, mas percebi que o atendimento era ruim e que n\u00e3o havia forma\u00e7\u00e3o. O Par\u00e1 n\u00e3o estava na moda, n\u00e3o se falava no Par\u00e1, nem em Bel\u00e9m. N\u00e3o existia a for\u00e7a da m\u00fasica do Par\u00e1 reconhecida fora daqui, muito menos se falava da culin\u00e1ria do Par\u00e1, e nem havia uma possibilidade de COP.<\/p>\n<p>As pessoas que trabalhavam durante o C\u00edrio o faziam para ganhar um dinheirinho para o Natal. Portanto, n\u00e3o havia forma\u00e7\u00e3o de pessoal em restaurantes, hot\u00e9is, taxistas, n\u00e3o havia receptivo, e a Secretaria de Turismo n\u00e3o se preocupava com isso. Ent\u00e3o, ofereci para tr\u00eas ag\u00eancias de Bel\u00e9m que fossem parceiras, e eles acreditaram no projeto.<\/p>\n<p>Eu queria mostrar a eles, publicit\u00e1rios, que ningu\u00e9m tinha no\u00e7\u00e3o do que era o C\u00edrio de Nazar\u00e9, a n\u00e3o ser a comunidade paraense. Foi ent\u00e3o que conheci um cara chamado Maur\u00edcio Magalh\u00e3es, que tinha feito o primeiro camarote de carnaval da Bahia. Ele estava aqui fazendo o lan\u00e7amento de um shopping e n\u00e3o sabia nada sobre Bel\u00e9m e nunca tinha ouvido falar no C\u00edrio de Nazar\u00e9. Assim, trocamos experi\u00eancias e curadorias.<\/p>\n<p>Ele trouxe informa\u00e7\u00f5es que possibilitaram formatar o primeiro camarote &#8220;Bom Dia, Bel\u00e9m&#8221; e, depois, a Varanda de Nazar\u00e9, que acontece h\u00e1 13 anos.<\/p>\n<p>N\u00f3s somos muito grandes. Influenciamos a moda do Rio nos anos 20; aqui no Par\u00e1 foi desenhada a Semana da Arte Moderna de 22, de S\u00e3o Paulo. Vieram para c\u00e1 grandes intelectuais e autores. Carlos Gomes montou aqui o Conservat\u00f3rio, que at\u00e9 hoje forma novos m\u00fasicos.<\/p>\n<p>De repente, com a borracha indo para a Mal\u00e1sia, a cidade foi esvaziando, mas o C\u00edrio cada vez mais potente. Essa ideia de que n\u00f3s nos bastamos \u00e9 muito forte dentro do paraense. Ao mesmo tempo, nossas tradi\u00e7\u00f5es mais regionais foram deixadas de lado por uma moda estrangeira, &#8220;miamesca&#8221;, como vamos dizer. E, ent\u00e3o, a influ\u00eancia europeia foi substitu\u00edda pela influ\u00eancia de Miami.<\/p>\n<p>Quando sa\u00ed daqui e coloquei o nome de Faf\u00e1 de Bel\u00e9m, sempre levei pessoas daqui, compositores e m\u00fasicos. J\u00e1 s\u00e3o 50 anos fazendo essa fus\u00e3o. A cada vez que descubro uma pessoa nova ou que j\u00e1 existia no in\u00edcio, eu a trago para perto. Hoje, a Varanda virou essa pot\u00eancia e o Sarau se tornou um objeto de desejo. Eu adoro.<\/p>\n<p>Ele come\u00e7ou com cinco cantores locais e agora estamos com 40. Eu digo para o pessoal: &#8220;Arrumem mais espa\u00e7o!&#8221; Pessoas desconhecidas, conhecidas, de todos os segmentos da m\u00fasica v\u00eam para c\u00e1, e a gente recebe.<\/p>\n<p><strong>O Par\u00e1 \u00e9 um estado extremamente rico culturalmente, reunindo povos de diferentes etnias ind\u00edgenas, comunidades quilombolas e diferentes origens. Porque, mesmo com essa diversidade, voc\u00ea acredita que o C\u00edrio consegue unir tanto a popula\u00e7\u00e3o que atravessa o estado para se reunir?<\/strong><\/p>\n<p>O C\u00edrio \u00e9 uma prociss\u00e3o cat\u00f3lica mariana, mas a f\u00e9 em Nossa Senhora de Nazar\u00e9 \u00e9 de todos n\u00f3s. Todos est\u00e3o na prociss\u00e3o; a nossa f\u00e9 \u00e9 inclusiva e feliz. Isso junta o povo que sai da Festa da Chiquita, com a turma que sai do Arraial da Pavulagem, com os babalorix\u00e1s, ateus, judeus, mu\u00e7ulmanos, quem tem religi\u00e3o e quem n\u00e3o tem.<\/p>\n<p>At\u00e9 a comunidade evang\u00e9lica abre as igrejas para dar \u00e1gua e atender aos romeiros. N\u00e3o conhe\u00e7o outra caminhada de f\u00e9 como o C\u00edrio de Nazar\u00e9. Todas as casas se abrem para receber amigos, vizinhos, e fica um entra e sai. O dono vai dormir e outro fica recebendo os amigos.<\/p>\n<p>O interessante \u00e9 que ningu\u00e9m pergunta qual \u00e9 a sua religi\u00e3o, ningu\u00e9m quer saber se voc\u00ea \u00e9 rico ou pobre, qual a sua orienta\u00e7\u00e3o sexual. Todos est\u00e3o no C\u00edrio de Nazar\u00e9. N\u00e3o existe nenhuma outra manifesta\u00e7\u00e3o religiosa ou cultural com tamanho poder. O Leandro Karnal veio aqui e disse: &#8220;Faf\u00e1, se um dia o mundo tivesse a energia do C\u00edrio, as pessoas n\u00e3o pensariam nas guerras, porque tudo \u00e9 agregado.&#8221;<\/p>\n<p>Na corda, v\u00e3o todos descal\u00e7os, com a camiseta branca e a bainha da cal\u00e7a arrega\u00e7ada; todos est\u00e3o na prociss\u00e3o.<\/p>\n<p>A comida do C\u00edrio \u00e9 a mesma em qualquer mesa de qualquer fam\u00edlia paraense. A fam\u00edlia mais poderosa ou a mais simples come a mesma comida, seguindo o mesmo ritual. Ent\u00e3o, quem faz a melhor mani\u00e7oba \u00e9 a Ant\u00f4nia A mani\u00e7oba \u00e9 dela. E o pato no tucupi \u00e9 do Jo\u00e3o? E o vatap\u00e1 \u00e9 da Creusa Cada um vai trazer o prato que melhor se identifica, feito para a fam\u00edlia e os amigos degustarem.<\/p>\n<p>Quando se fala em C\u00edrio, o Par\u00e1 se transforma. A energia de amor do C\u00edrio, de uni\u00e3o, de fraternidade, apaga qualquer rusga que voc\u00ea tenha no passado. \u00c9 muito interessante: a energia do C\u00edrio \u00e9 t\u00e3o poderosa que eu digo que \u00e9 quase palp\u00e1vel. A energia que se estabelece em Bel\u00e9m a partir do final de setembro faz com que voc\u00ea encontre pessoas com quem n\u00e3o teve tempo de se desculpar na inf\u00e2ncia, que brigou e nunca mais falou. Voc\u00ea dobra uma esquina e v\u00ea amigos que n\u00e3o v\u00ea h\u00e1 30 anos.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a energia do C\u00edrio que n\u00f3s cultuamos. Eu lembro de jornalistas ligados \u00e0 m\u00fasica, ao futebol, \u00e0 moda que diziam que n\u00e3o iam escrever nada. Eu falava que n\u00e3o estava convidando para escrever, mas sim para descobrir esse pa\u00eds chamado Par\u00e1. Isso rendia cinco, seis artigos durante um m\u00eas e meio em jornais do Rio e S\u00e3o Paulo. Para mim, essa foi a grande semente, a grande virada para o C\u00edrio se tornar um desejo.<\/p>\n<p>Uma amiga da minha filha, que \u00e9 como uma filha para mim, fez todo tipo de tratamento para engravidar e perdeu sempre. Ent\u00e3o, ela veio ao C\u00edrio e n\u00e3o disse nada. Dez meses depois, o Max nasceu e vai estar aqui no dia 13 comemorando anivers\u00e1rio diante de Nazinha, que ele nunca viu. Esse \u00e9 o milagre do C\u00edrio: \u00e9 o poder de transformar nossas vidas, o empoderamento do nosso Deus interior e da nossa Deusa interior, que nos diz para n\u00e3o temer, para acreditar que \u00e9 poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Porque quando voc\u00ea est\u00e1 tomado por uma emo\u00e7\u00e3o desse tamanho, contaminado por uma f\u00e9 desse porte, o et\u00e9reo se torna mat\u00e9ria, e essa mat\u00e9ria \u00e9 curativa. O Paulo Vieira, que \u00e9 um filho para mim, diz que a grande mudan\u00e7a na vida dele aconteceu quando veio ao primeiro C\u00edrio, que ainda era h\u00edbrido. No segundo ano da pandemia, algumas prociss\u00f5es aconteceram na cidade, mas o C\u00edrio mesmo n\u00e3o aconteceu. Ele veio e disse que a partir da\u00ed a vida dele mudou. Ele entendeu a f\u00e9 dessas pessoas que participaram de uma prociss\u00e3o com mais de 200 mil pessoas, sem o comando de ningu\u00e9m, mas que se comunicavam e atravessavam a cidade, e nada acontecia.<\/p>\n<p>\u00c9 uma experi\u00eancia \u00fanica, e a cada ano me assusto com o poder de transforma\u00e7\u00e3o dessa prociss\u00e3o, dessa f\u00e9. Estava conversando com meu terapeuta e ele disse que o bem e o mal s\u00e3o mat\u00e9ria: eles existem. Quanto melhor voc\u00ea vibrar, acreditar e apostar no bem, esse bem se fortalece dentro e fora de voc\u00ea. O C\u00edrio \u00e9 isso: a transforma\u00e7\u00e3o pelo amor, pela f\u00e9 e pela gratid\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images01.brasildefato.com.br\/fc44e1ed6a1859971825fd0f22088370.webp\"><br \/>\nFaf\u00e1 de Bel\u00e9m comanda o Sarau da Faf\u00e1, que d\u00e1 in\u00edcio \u00e0 programa\u00e7\u00e3o oficial da Varanda de Nazar\u00e9. \/ Bruno Cecim \/ Ag. Par\u00e1<\/p>\n<p><strong>Por fim, os olhos do mundo est\u00e3o voltados para a Amaz\u00f4nia e, de maneira especial, para o Par\u00e1. E nesse momento de reuni\u00e3o dos povos que \u00e9 tamb\u00e9m o C\u00edrio, voc\u00ea aproveita para levantar a pauta da preserva\u00e7\u00e3o ambiental na Amaz\u00f4nia. O que \u00e9 F\u00f3rum Varanda da Amaz\u00f4nia e que desafios ele nos traz?<\/strong><\/p>\n<p>O grande desafio \u00e9 o paraense saber que ele \u00e9 o anfitri\u00e3o, que somos n\u00f3s que recebemos. N\u00e3o \u00e9 ningu\u00e9m de fora que vai nos dizer quem devemos ser. O grande desafio \u00e9 n\u00f3s dizermos as nossas mazelas e conhecermos nossas qualidades.<\/p>\n<p>O desafio \u00e9 saber do nosso poder enquanto povo. \u00c9 lembrar da Cabanagem, a nossa primeira grande revolu\u00e7\u00e3o, que juntou elite e povo, tentando que n\u00f3s f\u00f4ssemos um povo unido, independente dos olhares ou da depend\u00eancia do Rio de Janeiro ou da coroa portuguesa. Por isso, o tema da Varanda de Nazar\u00e9 deste ano \u00e9 a Cabanagem.<\/p>\n<p>Quando come\u00e7aram a falar da possibilidade de a COP ser no Brasil, vi tanta gente falando besteira e tantas pessoas fantasiadas de amaz\u00f4nidas. Ent\u00e3o, eu disse: &#8220;N\u00e3o, de alguma forma, eu quero colaborar para deixarmos de ser animadores de festa de granfino.&#8221;<\/p>\n<p>Dessa vez, a Amaz\u00f4nia precisa estar l\u00e1, debatendo com os de fora, mas sabendo quem somos. No ano passado, o F\u00f3rum foi t\u00edmido, mas, este ano, temos um dia e meio de discuss\u00f5es, com pain\u00e9is sobre jovens, mulheres, sustentabilidade, empreendedorismo, e empresas que precisaram se reconfigurar para sobreviver a esse novo momento do mundo.<\/p>\n<p>E \u00e9 isso que acredito: n\u00e3o precisamos estar de cocar para saber que somos \u00edndios, nem de saia de carimb\u00f3 para falar do que gostamos de cantar e dan\u00e7ar. Podemos estar de jeans com uma camisa comprada na Lene e sermos paraenses, amaz\u00f4nidas, amazonenses, da Amaz\u00f4nia brasileira e n\u00e3o s\u00f3.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">E tem mais&#8230;<\/p>\n<p>Outubro tamb\u00e9m \u00e9 m\u00eas de celebrar as crian\u00e7as! Do Par\u00e1, a programa mostra ainda que, a partir do segundo semestre de 2024, foram inclu\u00eddas no card\u00e1pio da merenda escolar da rede p\u00fablica estadual frutas t\u00edpicas da Amaz\u00f4nia, a exemplo de a\u00e7a\u00ed e cupua\u00e7u, fortalecendo a cultura alimentar regional, a produ\u00e7\u00e3o local e alegria para os pequenos.\u00a0<\/p>\n<p>J\u00e1 na Venezuela, a juventude ganhou espa\u00e7os culturais e esportivos.<\/p>\n<p>Gema Soto traz uma receita deliciosa e saud\u00e1vel de um bolo de frutas para a crian\u00e7ada e fam\u00edlia toda.<\/p>\n<p>E ainda tem uma dica especial do <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/radioagencia\/podcasts\/radinho-bdf\">Radinho BdF<\/a>.\u00a0<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Quando e onde assistir?\u00a0<\/p>\n<p>No YouTube do Brasil de Fato todo s\u00e1bado \u00e0s 13h30, tem programa in\u00e9dito.\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@AgenciaBrasildeFato\">Basta clicar aqui<\/a>.<\/p>\n<p>Na TVT: s\u00e1bado \u00e0s 13h30; com reprise domingo \u00e0s 6h30 e ter\u00e7a-feira \u00e0s 20h no canal 44.1 \u2013 sinal digital HD aberto na Grande S\u00e3o Paulo e canal 512 NET HD-ABC.<\/p>\n<p>Na TV Brasil (EBC), sexta-feira \u00e0s 6h30.<\/p>\n<p>Na TVE Bahia: s\u00e1bado \u00e0s 12h30, com reprise quinta-feira \u00e0s 7h30, no canal 30 (7.1 no aparelho) do sinal digital.\u00a0<\/p>\n<p>Na TVCom Macei\u00f3: s\u00e1bado \u00e0s 10h30, com reprise domingo \u00e0s 10h, no canal 12 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>Na TV Floripa: s\u00e1bado \u00e0s 13h30, reprises ao longo da programa\u00e7\u00e3o, no canal 12 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>Na TVU Recife: s\u00e1bados \u00e0s 12h30, com reprise ter\u00e7a-feira \u00e0s 21h, no canal 40 UHF digital.\u00a0<\/p>\n<p>Na UnBTV: sextas-feiras \u00e0s 10h30 e 16h30, em Bras\u00edlia no Canal 15 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>TV UFMA Maranh\u00e3o: quinta-feira \u00e0s 10h40, no canal aberto 16.1, Sky 316, TVN 16 e Claro 17.\u00a0<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Sintonize<\/p>\n<p>No r\u00e1dio, o \u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/radioagencia\/podcasts\/bem-viver\">programa Bem Viver<\/a>\u00a0 vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 11h \u00e0s 12h, com reprise aos domingos, \u00e0s 10h, na R\u00e1dio Brasil Atual. A sintonia \u00e9 98,9 FM na Grande S\u00e3o Paulo e 93,3 FM na Baixada Santista.<\/p>\n<p>O programa tamb\u00e9m \u00e9 transmitido pela R\u00e1dio Brasil de Fato, das 11h \u00e0s 12h, de segunda a sexta-feira. O programa Bem Viver tamb\u00e9m est\u00e1 nas plataformas Spotify, Google Podcasts, iTunes, Pocket Casts e Deezer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bem Viver traz uma entrevista com a artista sobre a prociss\u00e3o paraense que \u00e9 uma das maiores festas religiosas do mundo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"Default","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[2247,1506,1037,452,492,510,1781,348,1512,1913,777,1882,753,1176,369,622,259,2223,525,350,1114,667,795,1179,2159,472,1495,343,1188,1187,381,265,1055,1505,852,1097,1640,1042,56,1560,191,352,1783,966,748,268,136,2150,719,454,262,960],"class_list":["post-294485","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized","tag-abc","tag-acai","tag-acredita","tag-amazonia","tag-arte","tag-artigos","tag-bahia","tag-baixada-santista","tag-belem","tag-bom-dia","tag-brasil","tag-brasilia","tag-carnaval","tag-casas","tag-ciencia","tag-cop","tag-cultura","tag-desafios","tag-diversidade","tag-ebc","tag-educacao","tag-empresas","tag-energia","tag-entrevista","tag-familia","tag-futebol","tag-google","tag-iphan","tag-jovens","tag-juventude","tag-maranhao","tag-mulheres","tag-pandemia","tag-para","tag-producao","tag-producao-local","tag-programacao","tag-projeto","tag-quilombolas","tag-receita","tag-recife","tag-rede-publica","tag-restaurantes","tag-reuniao","tag-rio","tag-rio-de-janeiro","tag-sao-paulo","tag-setembro","tag-sustentabilidade","tag-turismo","tag-tv-brasil","tag-uniao"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/294485","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=294485"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/294485\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=294485"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=294485"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=294485"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}