{"id":270807,"date":"2024-09-25T18:29:43","date_gmt":"2024-09-25T18:29:43","guid":{"rendered":"https:\/\/avozdocerrado.com\/?p=270807"},"modified":"2024-09-25T18:29:43","modified_gmt":"2024-09-25T18:29:43","slug":"primeira-marcha-de-mulheres-indigenas-de-porto-alegre-enfatiza-luta-por-direitos-a-terra-saude-e-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avozdocerrado.com\/?p=270807","title":{"rendered":"Primeira Marcha de Mulheres Ind\u00edgenas de Porto Alegre enfatiza luta por direitos\u00a0\u00e0 terra, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Brasil de Fato<\/p>\n<p>\u201cO direito est\u00e1 no papel e s\u00f3, n\u00e3o est\u00e1 na pr\u00e1tica. N\u00f3s mulheres ind\u00edgenas marchamos com nossas lideran\u00e7as e os jovens ind\u00edgenas, que s\u00e3o nosso legado, cobrando respostas dos nossos governantes\u201d, destaca a carta lida durante a primeira Marcha das Mulheres ind\u00edgenas de Porto Alegre, realizada na segunda-feira (23), em frente \u00e0 prefeitura da Capital. Nascido do Encontro de Mulheres Ind\u00edgenas para a Marcha das Mulheres em Bras\u00edlia, o ato teve como objetivo dar visibilidade e voz \u00e0 luta das mulheres <a href=\"https:\/\/www.brasildefators.com.br\/2022\/04\/22\/terra-teto-e-liberdade-pautam-a-luta-nos-522-anos-da-chegada-dos-brancos\">ind\u00edgenas<\/a>.\u00a0<\/p>\n<p>Com cartazes, as manifestantes <a href=\"http:\/\/www.brasildefators.com.br\/2022\/04\/22\/terra-teto-e-liberdade-pautam-a-luta-nos-522-anos-da-chegada-dos-brancos\">reivindicaram direitos <\/a>\u00e0 terra, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, pontuando tamb\u00e9m sobre os desastres clim\u00e1ticos que v\u00eam acontecendo no estado. Com manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica Guarani e exposi\u00e7\u00e3o\/feira de artesanato ind\u00edgena da regi\u00e3o Sul, o ato contou com representantes de movimentos populares, sociedade civil e lideran\u00e7as pol\u00edticas. A marcha saiu da Pra\u00e7a Montevideo at\u00e9 \u00e0 Pra\u00e7a da Alf\u00e2ndega.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cDe certa forma a gente \u00e9 totalmente interligado \u00e0 m\u00e3e terra e a tudo que existe nela. As florestas, as \u00e1guas, tudo, h\u00e1 uma complementaridade e n\u00f3s somos parte disso.\u00a0Se n\u00e3o enxergarmos deste modo, estamos caminhando para o que est\u00e1 acontecendo. E os povos ind\u00edgenas sempre est\u00e3o trazendo essa pauta de demarca\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rio. A demarca\u00e7\u00e3o que estamos batalhando para que aconte\u00e7a, \u00e9 simplesmente por respeito \u00e0 nossa vida como ind\u00edgena. E n\u00f3s, mulheres ind\u00edgenas, fazemos isso a todo momento\u201d, enfatizou a ind\u00edgena Kaingang Ang\u00e9lica Domingos.\u00a0<\/p>\n<p>Formada em Servi\u00e7o Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Pol\u00edtica Social e Servi\u00e7o Social e doutoranda em Educa\u00e7\u00e3o, Ang\u00e9lica, m\u00e3e de tr\u00eas filhos, tamb\u00e9m ressalta a import\u00e2ncia da <a href=\"https:\/\/www.brasildefators.com.br\/2022\/04\/19\/inauguracao-casa-do-estudante-indigena-cei-da-ufrgs-permite-manter-modos-de-vida\">Casa do Estudante Ind\u00edgena<\/a>.<\/p>\n<p>\u201cA nossa forma de educa\u00e7\u00e3o \u00e9 diferenciada. Envolve nossos filhos est\u00e3o nos processos de sociabilidade. Eles est\u00e3o sempre junto. Eu estou hoje morando na Casa do Estudante Ind\u00edgena, que \u00e9 uma pauta tamb\u00e9m das mulheres ind\u00edgenas. Com muita luta, a gente conquistou um espa\u00e7o para que pud\u00e9ssemos conviver com os nossos filhos e, ao mesmo tempo, estudar, trabalhar\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Morando h\u00e1 10 anos em Porto Alegre, a ind\u00edgena Kaingang pertence \u00e0 Terra Ind\u00edgena Votouro, no Norte do estado. Ela frisou que a pauta das mulheres ind\u00edgenas interligam todas as outras, principalmente as \u00e1guas e as florestas. \u201cA gente vivencia, principalmente no nosso estado, uma emerg\u00eancia clim\u00e1tica. S\u00e3o quest\u00f5es que v\u00eam desde a coloniza\u00e7\u00e3o incidindo sobre os povos ind\u00edgenas, principalmente sobre as mulheres ind\u00edgenas, e que agora vem incidindo tamb\u00e9m na sociedade como um todo.\u201d<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images03.brasildefato.com.br\/8c9220999e51620eeb3385d0be8b1f3a.webp\"><br \/>\nA manifesta\u00e7\u00e3o contou com exposi\u00e7\u00e3o\/feira de artesanato ind\u00edgena da regi\u00e3o Sul \/ Foto: Jorge Le\u00e3o<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Luta por direitos\u00a0<\/p>\n<p>Ang\u00e9lica destaca que os ind\u00edgenas t\u00eam direitos garantidos constitucionalmente e, mesmo assim, projetos de lei como o marco temporal s\u00e3o contra esses direitos. &#8220;Se j\u00e1 \u00e9 dif\u00edcil a demarca\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rio, j\u00e1 \u00e9 dif\u00edcil pautar a quest\u00e3o dos territ\u00f3rios porque vivemos nessa sociedade capitalista, imagina com um marco temporal limitando a data para que a gente possa entrar com pedido sobre os nossos territ\u00f3rios. Isso \u00e9, mais uma vez, a morte para n\u00f3s&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Durante a sua fala ela lembrou os massacres que vem acontecendo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s comunidades ind\u00edgenas, como os <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/09\/23\/adolescente-indigena-e-encontrado-morto-em-area-de-conflito-no-mato-grosso-do-sul-e-a-segunda-morte-em-5-dias\">Guarani Kaiow\u00e1<\/a>\u00a0em Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<p>Uma das articuladoras da marcha, a cacica Kaingang, Iracema Gah T\u00e9 Nascimento ressaltou a necessidade de cobrar os direitos para mostrar \u00e0 sociedade que tamb\u00e9m os povos ind\u00edgenas existem. &#8220;Somos origin\u00e1rios desse pa\u00eds. Eu pensei em fazer pequena marcha aqui para nos pr\u00f3ximos anos vir toda a sociedade: as m\u00e3e, as trabalhadoras, pessoal da periferia, morador de rua, jovens, pessoas de idade. E todos os nossos companheiros que quiserem acompanhar, porque a luta \u00e9 para buscar espa\u00e7o e direito do nosso povo, de cada povo&#8221;, frisou.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images01.brasildefato.com.br\/06a26ee0074d60cfcede4b6a2da0f2df.webp\"><br \/>\nCacica Iracema Gah T\u00e9 \/ Foto: Jorge Le\u00e3o<\/p>\n<p>A lideran\u00e7a ressaltou que a marcha tamb\u00e9m \u00e9 em defesa do meio ambiente. \u201cA crise clim\u00e1tica, algu\u00e9m provocou para acontecer isso. Se n\u00f3s n\u00e3o desmat\u00e1ssemos, n\u00e3o suj\u00e1ssemos as \u00e1guas&#8230; A natureza est\u00e1 cobrando o espa\u00e7o dela porque n\u00f3s somos desobedientes a ela. Ent\u00e3o a m\u00e3e tem que dar uma chocalhada pra nos acordar.\u201d<\/p>\n<p>Educadora h\u00e1 sete anos, a ind\u00edgena Kaingang Vera L\u00facia Kanincan est\u00e1 atualmente graduando em Artes Visuais na UFRGS. M\u00e3e de dois adolescentes, ela ressaltou que as mulheres ind\u00edgenas sempre fizeram valer a luta pelo seu direito.<\/p>\n<p>\u201cAs mulheres ind\u00edgenas, principalmente as kaingangs, est\u00e3o sendo esquecidas. A gente precisa de algu\u00e9m que nos represente em um espa\u00e7o p\u00fablico, o espa\u00e7o onde os pol\u00edticos tamb\u00e9m colocam seus direitos. Ent\u00e3o a gente tem que fazer valer o direito da mulher ind\u00edgena tamb\u00e9m\u201d, defendeu.<\/p>\n<p>Moradora da<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/06\/06\/estudantes-kaingang-voltam-as-aulas-na-aldeia-fag-nhin-em-porto-alegre-rs\"> aldeia F\u00e0g Nhin<\/a>, que em kaingang significa &#8220;o pinheiro na lomba&#8221;, no bairro Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre, ela pontuou que, na comunidade, h\u00e1 um grupo de mulheres que trabalha para manter em p\u00e9 as tradi\u00e7\u00f5es e os valores culturais.\u00a0<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images01.brasildefato.com.br\/90661511c02a97578f85545990372310.webp\"><br \/>\nFoto: Jorge Le\u00e3o<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Visibilidade e voz\u00a0<\/p>\n<p>Segundo o Censo de 2022, Porto Alegre tem 2.708 ind\u00edgenas, sendo 1.420 mulheres. No Rio Grande do Sul, a estimativa \u00e9 que existam 36.096 ind\u00edgenas, o que corresponde a 0,33% da popula\u00e7\u00e3o do estado. A capital ga\u00facha abriga povos origin\u00e1rios de tr\u00eas etnias: Kaigang, Guarani M\u2019bya e Charrua.<\/p>\n<p>\u201cQuando meus amigos procuravam a cidadania europeia, eu entendi que deveria buscar a minha ancestralidade ind\u00edgena. Reencontrei minha ancestralidade 15 anos atr\u00e1s. Minha bisav\u00f3 era aldeada. Esse encontro foi a descoberta de um universo que eu n\u00e3o conhecia, de hist\u00f3rias que eu nunca ouvi. Hoje n\u00f3s temos nos livros a hist\u00f3ria que o europeu contou sobre os ind\u00edgenas, mas n\u00f3s n\u00e3o temos livros escritos pelos ind\u00edgenas porque a hist\u00f3ria deles \u00e9 passada oralmente\u201d, afirmou Juliana Dilizia Guterres Dutra, indigenista e membro da organiza\u00e7\u00e3o da marcha.\u00a0<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images01.brasildefato.com.br\/7852832cd6226e8616d17c2a0d408a86.webp\"><br \/>\nAto teve como objetivo dar visibilidade e voz \u00e0 luta das mulheres ind\u00edgenas \/ Foto: Jorge Le\u00e3o<\/p>\n<p>Para ela, a primeira marcha municipal de mulheres ind\u00edgenas \u00e9 hist\u00f3rico. \u201cTem pessoas em Porto Alegre que n\u00e3o sabem que s\u00e3o ind\u00edgenas. N\u00f3s queremos que Porto Alegre nos veja, enquanto povos origin\u00e1rios, como parte da cidade. E n\u00e3o s\u00f3 uma parte que precisa de apoio, mas uma parte que quer somar e construir junto. Porque hoje, a emerg\u00eancia clim\u00e1tica que n\u00f3s vivemos, a resposta est\u00e1 nos povos originais\u201d.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">A primeira de outras marchas<\/p>\n<p>A ideia, de acordo com Juliana, \u00e9 fazer uma marcha estadual em 2025, com tr\u00eas dias de concentra\u00e7\u00e3o, acampamento, de troca de ideias. \u00a0<\/p>\n<p>\u201cEssa marcha \u00e9 o momento de encontro das mulheres ind\u00edgenas, das mulheres Guarani, Kaingang, de todas as etnias. Para mostrar tamb\u00e9m a luta e nosso modo de vida. E para dar uma for\u00e7a maior, porque a gente se sente mais forte juntas\u201d, afirmou a artes\u00e3 Guarani Luciana Gomes, m\u00e3e de seis filhos, de Viam\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images02.brasildefato.com.br\/7a7764c9b62358c70cb7714ec3fab916.webp\"><br \/>\nFoto: Jorge Le\u00e3o<\/p>\n<p>Abaixo a carta coletiva da Primeira Marcha de Mulheres Ind\u00edgenas de Porto Alegre:<\/p>\n<p><em>O Encontro de Mulheres Ind\u00edgenas para a Marcha das Mulheres em Bras\u00edlia j\u00e1 ocorre h\u00e1 alguns anos, mas no ano de 2024 \u00e9 o marco da primeira Marcha das Mulheres Ind\u00edgenas em Porto Alegre.<\/em><\/p>\n<p><em>As lideran\u00e7as ind\u00edgenas j\u00e1 v\u00eam buscando esse espa\u00e7o pelo direito, pelo bem viver, acesso \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 moradia e a demarca\u00e7\u00e3o dos seus territ\u00f3rios ancestrais, para prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente e da sua cultura.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>O direito est\u00e1 no papel e s\u00f3. N\u00e3o est\u00e1 na pr\u00e1tica. N\u00f3s mulheres ind\u00edgenas marchamos com nossas lideran\u00e7as e os jovens ind\u00edgenas, que s\u00e3o nosso legado, cobrando respostas dos nossos governantes.<\/em><\/p>\n<p><em>Chamando para todas as mulheres e os companheiros de luta pelo Bem Viver de todos os Povos e da nossa comunidade.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Neste dia chamamos aten\u00e7\u00e3o para a terceira reuni\u00e3o de concilia\u00e7\u00e3o referente ao processo do Marco Temporal e o total absurdo que isso significa para os direitos dos povos ind\u00edgenas, garantidos pela Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, e reafirmado pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal.<\/em><\/p>\n<p><em>Exigimos compromisso com recursos, com a reforma e a entrega da Casa do Estudante Ind\u00edgena (CEI) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); al\u00e9m da pol\u00edtica afirmativa para o ingresso de estudantes ind\u00edgenas nas Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior e os Institutos Federais.<\/em><\/p>\n<p><em>Cobramos o compromisso com a demarca\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas de Porto Alegre e o Rio Grande do Sul; compromisso com a educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade ind\u00edgena nas comunidades sem territ\u00f3rio origin\u00e1rio demarcado. Compromisso com a cria\u00e7\u00e3o de uma Casa de acolhimento para Mulher Ind\u00edgena em vulnerabilidade em Porto Alegre.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Compromisso com a cria\u00e7\u00e3o de uma Secretaria dos Povos Ind\u00edgenas em Porto Alegre, que se proponha a coordenar as pol\u00edticas e fazer articula\u00e7\u00f5es com as demais secretarias, sendo isso uma medida extremamente fundamental, visto que, temos hoje o Minist\u00e9rio dos Povos Origin\u00e1rios, uma Secretaria destinada aos mesmos, seria o equivalente em nosso munic\u00edpio. Este espa\u00e7o deve ter o protagonismo ind\u00edgena, bem como sua ampla e direta participa\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Queremos o compromisso da cria\u00e7\u00e3o de um Centro de Refer\u00eancia Ind\u00edgena em Porto Alegre, que possa ter ambiente de exposi\u00e7\u00f5es culturais e arqueol\u00f3gicas, sala multim\u00eddia, e local de descanso e acolhimento.<\/em><\/p>\n<p><em>Buscamos o reconhecimento e respeito dos nossos corpos-territ\u00f3rio, pois nossos territ\u00f3rios fazem parte de n\u00f3s mesmos; de participa\u00e7\u00e3o ativa na vida pol\u00edtica e social da cidade.<\/em><\/p>\n<p><em>Somos a resposta para a crise clim\u00e1tica que bate \u00e0s nossas portas e como na enchente de maio, invadiu nossas casas e nossa cidade. Somos os guardi\u00f5es da natureza e sabemos que olhando para o passado essa terra era ind\u00edgena, e olhando para o futuro, com esperan\u00e7a de dias melhores, Porto Alegre, o Rio Grande do Sul e o Brasil, precisam voltar a ser ind\u00edgena, se reconectarem com a M\u00e3e Terra, abra\u00e7arem a sustentabilidade e reflorestarem nosso meio ambiente.<\/em><\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images03.brasildefato.com.br\/ca8fc8faeaf141884db5584772e6ee02.webp\"><br \/>\nFoto: Jorge Le\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ato com manifesta\u00e7\u00e3o cultural ocorreu nesta segunda-feira (23), em frente \u00e0 prefeitura, com presen\u00e7a de apoiadores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"Default","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[1554,777,1882,1176,1837,259,1895,1114,710,1854,1005,1252,367,659,1188,1051,345,1267,288,894,282,384,265,320,1431,1953,1308,966,748,790,1115,2019,719,708,881],"class_list":["post-270807","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized","tag-1554","tag-brasil","tag-brasilia","tag-casas","tag-crise-climatica","tag-cultura","tag-desastres","tag-educacao","tag-emergencia","tag-emergencia-climatica","tag-encontro","tag-ensino-superior","tag-exposicoes","tag-filhos","tag-jovens","tag-leao","tag-lei","tag-maio","tag-mato-grosso","tag-meio-ambiente","tag-morte","tag-mulher","tag-mulheres","tag-multimidia","tag-porto-alegre","tag-projetos","tag-recursos","tag-reuniao","tag-rio","tag-rio-grande-do-sul","tag-saude","tag-sociedade-civil","tag-sustentabilidade","tag-temporal","tag-visto"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/270807","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=270807"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/270807\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=270807"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=270807"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avozdocerrado.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=270807"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}